Nódulos ou tumores na tireóide: são bloqueios na concretização dos objetivos.
No âmbito metafísico, o auto abandono e a baixa estima fazem com que as pessoas sintam necessidade da aprovação dos outros.
Dependem de resultados promissores para sentir-se integradas ao meio. Distantes de si mesmas, ficam sedentas por situações ou relacionamentos que as preencham emocionalmente.
A tentativa de suprir as carências faz com que invistam todas as suas expectativas numa só situação ou projete em alguém toda a chance de ser felizes.
Essa atitude as torna vulneráveis as decepções.
Metafisicamente, os nódulos na tireóide refletem os bloqueios na realização dos objetivos.
A mágoa é um sentimento que corroí pela dor de termos sido feridos, mas na verdade
somos responsáveis também por estas feridas.
As pessoas que somatizam nódulos na tireóide são aquelas que repudiam seus infortúnios, mas não conseguem expor aquilo que sentem, sufocando a revolta causando os nódulos.
Ninguém nos machuca, criamos expectativas que não são correspondidas e isso é o que mais nos abala.
Ninguém nos derruba, se caímos, faltou sustentação interior para nos fundamentarmos em nós mesmos, evitando ser derrotados pelas maldades.
Aprenda a integrar sem se anular. Não viva em função dos outros.
Tudo pode ser mantido a custo da anulação, você é o que há de mais importante. Respeite-se
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
MASSAGEM EM LEUCEMIA
Dos procedimentos ligados a massagem, a Reflexologia, é o único tipo adequado para pacientes de leucemia. E, ainda assim, desde que já mostrem equilíbrio nas dosagens de glóbulos vermelhos e brancos.
Há ainda outras formas de terapia corporal que podem ser utilizadas para ajudar o paciente, ou em sua recuperação, ou visando a um conforto maior.
Outro tipo de terapia, chamado toque sutil, é realizado pelo terapeuta com as mãos a uma pequena distância do corpo do paciente. “Nesse caso, trabalhamos no campo em torno do corpo e também da pele para dentro. A ferramenta é o que chamamos de ‘polarização’. O objetivo é equilibrar os íons positivos e negativos do corpo eletromagnético, o ‘corpo’ que envolve o corpo que podemos ver. As mãos ficam a uma pequena distância de pontos estratégicos, e de forma cruzada. Por exemplo: com minha mão direita, trabalho um ponto do lado esquerdo do paciente; com a esquerda, o lado direito dele.”
No caso de leucemias, o terapeuta sempre trabalha em contato com o médico, acompanhando as dosagens de glóbulos brancos e vermelhos do sangue. E sempre em acordo quanto a procedimentos que dependem do tipo da leucemia e em que fase está o paciente. De toda forma, nunca se irá trabalhar com pressão ou drenagem (quando as mãos do terapeuta “empurram” os fluxos para os dutos do corpo), para evitar qualquer chance de ativar a reprodução de células doentes, sua multiplicação. “As restrições são grandes, no caso de massagens, porque o sistema linfático está por todo o corpo. Daí a reflexologia – porque não se mexe localizadamente em órgãos afetados –, nos pontos de conexão com esses órgãos, que estão tanto nos pés como nas mãos.
Nada de força
Essas terapias pelo toque sutil têm bons resultados também em sua forma de acolhimento – termo usado pelos profissionais multidisciplinares – de pacientes em qualquer das fases da leucemia ou de seu tratamento. Nesse caso, o terapeuta jamais usa força, ao contrário: seus gestos são delicados e mostram leveza.
Se a pessoa está debilitada, com anemia, cansaço, ferimentos, dificuldade de coagulação, e ainda fragilizada no lado psicológico, o procedimento é por meio desse toque sutil. “O terapeuta busca fortalecer o tônus da pessoa, físico e emocional. Procura o caminho para que o paciente perceba seu corpo, da mesma forma como o terapeuta também vai percebendo – nos batimentos, no pulso.”
O paciente vai percebendo sua temperatura, pesos, volumes, formas, os lados do corpo, enquanto o terapeuta procura colocá-lo de maneiras mais confortáveis, como uma almofada sob o joelho, por exemplo. “Peço que fechem os olhos, porque penso que assim apuram os outros sentidos. Passamos a um outro nível de trabalho. É uma sensibilidade que a gente adquire, uma espécie de diálogo mudo.”
Falando de massagem em geral, e não especificamente em casos de leucemia, com o tempo e o estudo, o repertório de conhecimento deixa o terapeuta mais perspicaz, para aplicar este ou aquele tipo de terapia no paciente. Pode, por exemplo, conversar para resgatar recordações agradáveis, induzindo pensamentos para melhoria do corpo da pessoa. “É muito comum, quando pedimos a ela que pense em imagens agradáveis, que a escolha seja por uma praia. Se pedimos a ela que pense estar lá, o corpo pode mesmo até alterar sua temperatura, por exemplo.”
Me lembro de outro trabalho do terapeuta: vencer resistências que muitos pacientes apresentam. “Varia de pessoa para pessoa, do estado em que ela se encontra, e assim por diante. Mas temos de procurar uma forma da pessoa se abrir, para você poder ajudar. Para ajudar fisicamente, mas também ajudar o paciente a não desistir, a seguir acreditando, a ter esperança, a querer usufruir de melhor qualidade de vida. Aí entra também a sensibilidade do terapeuta. É saber ceder, conceder, às vezes mesmo retroceder. Para trabalhar nesse plano.o paciente precisa estar aberto ao trabalho do terapeuta – que, por sua vez, precisar encontrar formas de se aproximar daquele que muitas vezes não quer ser ajudado.”
De uma forma bem simples, e que nada tem a ver com a terapia em si, os parentes muitas vezes ajudam doentes justamente lembrando de momentos alegres, segurando sua mão, dando beijos. “Eles têm lembranças em comum, sabem desses momentos de alegria. E esse tipo de atitude também é bom. É acolhimento. Mas, no caso do terapeuta, podemos ir fazendo perguntas ao paciente, puxando por essas boas memórias. Há momentos de tratamento, de recuperação, e outros em que podemos dar aconchego, dar qualidade ao pensamento. Nosso objetivo é que a pessoa não desista.”
Há ainda outras formas de terapia corporal que podem ser utilizadas para ajudar o paciente, ou em sua recuperação, ou visando a um conforto maior.
Outro tipo de terapia, chamado toque sutil, é realizado pelo terapeuta com as mãos a uma pequena distância do corpo do paciente. “Nesse caso, trabalhamos no campo em torno do corpo e também da pele para dentro. A ferramenta é o que chamamos de ‘polarização’. O objetivo é equilibrar os íons positivos e negativos do corpo eletromagnético, o ‘corpo’ que envolve o corpo que podemos ver. As mãos ficam a uma pequena distância de pontos estratégicos, e de forma cruzada. Por exemplo: com minha mão direita, trabalho um ponto do lado esquerdo do paciente; com a esquerda, o lado direito dele.”
No caso de leucemias, o terapeuta sempre trabalha em contato com o médico, acompanhando as dosagens de glóbulos brancos e vermelhos do sangue. E sempre em acordo quanto a procedimentos que dependem do tipo da leucemia e em que fase está o paciente. De toda forma, nunca se irá trabalhar com pressão ou drenagem (quando as mãos do terapeuta “empurram” os fluxos para os dutos do corpo), para evitar qualquer chance de ativar a reprodução de células doentes, sua multiplicação. “As restrições são grandes, no caso de massagens, porque o sistema linfático está por todo o corpo. Daí a reflexologia – porque não se mexe localizadamente em órgãos afetados –, nos pontos de conexão com esses órgãos, que estão tanto nos pés como nas mãos.
Nada de força
Essas terapias pelo toque sutil têm bons resultados também em sua forma de acolhimento – termo usado pelos profissionais multidisciplinares – de pacientes em qualquer das fases da leucemia ou de seu tratamento. Nesse caso, o terapeuta jamais usa força, ao contrário: seus gestos são delicados e mostram leveza.
Se a pessoa está debilitada, com anemia, cansaço, ferimentos, dificuldade de coagulação, e ainda fragilizada no lado psicológico, o procedimento é por meio desse toque sutil. “O terapeuta busca fortalecer o tônus da pessoa, físico e emocional. Procura o caminho para que o paciente perceba seu corpo, da mesma forma como o terapeuta também vai percebendo – nos batimentos, no pulso.”
O paciente vai percebendo sua temperatura, pesos, volumes, formas, os lados do corpo, enquanto o terapeuta procura colocá-lo de maneiras mais confortáveis, como uma almofada sob o joelho, por exemplo. “Peço que fechem os olhos, porque penso que assim apuram os outros sentidos. Passamos a um outro nível de trabalho. É uma sensibilidade que a gente adquire, uma espécie de diálogo mudo.”
Falando de massagem em geral, e não especificamente em casos de leucemia, com o tempo e o estudo, o repertório de conhecimento deixa o terapeuta mais perspicaz, para aplicar este ou aquele tipo de terapia no paciente. Pode, por exemplo, conversar para resgatar recordações agradáveis, induzindo pensamentos para melhoria do corpo da pessoa. “É muito comum, quando pedimos a ela que pense em imagens agradáveis, que a escolha seja por uma praia. Se pedimos a ela que pense estar lá, o corpo pode mesmo até alterar sua temperatura, por exemplo.”
Me lembro de outro trabalho do terapeuta: vencer resistências que muitos pacientes apresentam. “Varia de pessoa para pessoa, do estado em que ela se encontra, e assim por diante. Mas temos de procurar uma forma da pessoa se abrir, para você poder ajudar. Para ajudar fisicamente, mas também ajudar o paciente a não desistir, a seguir acreditando, a ter esperança, a querer usufruir de melhor qualidade de vida. Aí entra também a sensibilidade do terapeuta. É saber ceder, conceder, às vezes mesmo retroceder. Para trabalhar nesse plano.o paciente precisa estar aberto ao trabalho do terapeuta – que, por sua vez, precisar encontrar formas de se aproximar daquele que muitas vezes não quer ser ajudado.”
De uma forma bem simples, e que nada tem a ver com a terapia em si, os parentes muitas vezes ajudam doentes justamente lembrando de momentos alegres, segurando sua mão, dando beijos. “Eles têm lembranças em comum, sabem desses momentos de alegria. E esse tipo de atitude também é bom. É acolhimento. Mas, no caso do terapeuta, podemos ir fazendo perguntas ao paciente, puxando por essas boas memórias. Há momentos de tratamento, de recuperação, e outros em que podemos dar aconchego, dar qualidade ao pensamento. Nosso objetivo é que a pessoa não desista.”
REPORTAGEM DA SUGGESTIVA
Data: 05/01/2007 Cliente: 29
Seg. Primário: Saúde
ONCO TERAPIA - TRATAMENTO À BASE DE PEDRAS QUENTES AJUDA PACIENTES COM CÂNCER
A Oficina Brooklin, que é um espaço dedicado ao bem estar físico, mental e espiritual das pessoas, oferece um adendo ao tratamento de pacientes oncológicos, a Onco Terapia, método revolucionário e inovador no Brasil realizado a base de pedras quentes.
Esta terapia tem a finalidade de proporcionar uma melhor qualidade de vida aos pacientes, estando ele em qualquer estágio da doença, já que ajuda a melhorar a condição física, auto-estima e a adesão aos tratamentos, pois a harmonia do corpo, mente e espírito é a base fundamental para se obter as energias necessárias neste momento tão delicado.
A terapia consiste na utilização de pedras quentes e frias para uma massagem profunda, que melhora as funções orgânicas, recupera a energia, elimina o stress, equilibra o sistema nervoso, harmoniza o corpo, mente e espírito, além de produzir reações fisiológicas e orgânicas de alto beneficio.
Essa massagem é recomendada por Ala Szerman, fundadora do primeiro Onco Spa do Brasil, coordenado por Shirley Szwarfuter, que hoje é a terapeuta responsável pela Onco Terapia na Oficina Brooklin.
É importante lembrar que este tratamento alternativo não interfere nos tratamentos convencionais da medicina, e sim complementa. A Onco Terapia é uma atividade realizada com autorização médica e acompanhamentos psicológicos, é também muito benéfica nos períodos pré e pós-operatórios dos pacientes.
Seg. Primário: Saúde
ONCO TERAPIA - TRATAMENTO À BASE DE PEDRAS QUENTES AJUDA PACIENTES COM CÂNCER
A Oficina Brooklin, que é um espaço dedicado ao bem estar físico, mental e espiritual das pessoas, oferece um adendo ao tratamento de pacientes oncológicos, a Onco Terapia, método revolucionário e inovador no Brasil realizado a base de pedras quentes.
Esta terapia tem a finalidade de proporcionar uma melhor qualidade de vida aos pacientes, estando ele em qualquer estágio da doença, já que ajuda a melhorar a condição física, auto-estima e a adesão aos tratamentos, pois a harmonia do corpo, mente e espírito é a base fundamental para se obter as energias necessárias neste momento tão delicado.
A terapia consiste na utilização de pedras quentes e frias para uma massagem profunda, que melhora as funções orgânicas, recupera a energia, elimina o stress, equilibra o sistema nervoso, harmoniza o corpo, mente e espírito, além de produzir reações fisiológicas e orgânicas de alto beneficio.
Essa massagem é recomendada por Ala Szerman, fundadora do primeiro Onco Spa do Brasil, coordenado por Shirley Szwarfuter, que hoje é a terapeuta responsável pela Onco Terapia na Oficina Brooklin.
É importante lembrar que este tratamento alternativo não interfere nos tratamentos convencionais da medicina, e sim complementa. A Onco Terapia é uma atividade realizada com autorização médica e acompanhamentos psicológicos, é também muito benéfica nos períodos pré e pós-operatórios dos pacientes.
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
SEGUNDA OPNIÃO MÉDICA
Antes de iniciar o tratamento, a paciente poderá desejar uma segunda opnião sobre seu diagnóstico terapêutico.
Os estudos demonstram que um breve atraso (de algumas semanas) entre a biópsia e o tratamento não interfere no tratamento e evolução da doença.
Há várias formas de se obter um médico para fornecer uma segunda opnião:
O próprio médico da paciente poderá encaminhá-la para um ou mais especialistas;
Os especialistas que tratam o câncer de mama incluem: cirurgiões, médicos oncologistas, cirurgiões plásticos e radioterapeutas;
A paciente poderá dirigir-se a um centro de referência para tratamento do câncer ou para um centro especializado no tratamento do cãncer de mama.
Os estudos demonstram que um breve atraso (de algumas semanas) entre a biópsia e o tratamento não interfere no tratamento e evolução da doença.
Há várias formas de se obter um médico para fornecer uma segunda opnião:
O próprio médico da paciente poderá encaminhá-la para um ou mais especialistas;
Os especialistas que tratam o câncer de mama incluem: cirurgiões, médicos oncologistas, cirurgiões plásticos e radioterapeutas;
A paciente poderá dirigir-se a um centro de referência para tratamento do câncer ou para um centro especializado no tratamento do cãncer de mama.
IMPORTÂNCIA DA RECUPERAÇÃO
O PERÍODO DE RECUPERAÇÃO DAS PACIENTES EM TRATAMENTO É MUITO IMPORTANTE E VARIA DE ACORDO COM AS CARACTERISTICAS INDIVIDUAIS, AEXTENSÃO DA DOENÇA E O TRATAMENTO RECEBIDO.
A PRÁTICA DE EXERCICIOS FISICOS APÓS A CIRURGIA AJUDA A RESTABELECER OS MOVIMENTOS E A RECUPERAR A FORÇA NO BRAÇO E NO OMBRO. AUXILIA, TANBÉM, NA DIMINUIÇÃO DA DOR E DA RIGIDEZ NAS COSTAS E NO PESCOÇO.
OS EXERCICIOS SÃO CUIDADOSAMENTE PROGRAMADOS E DEVEM SER INICIADOS TÃO LOGO O MÉDICO LHE EPRMITA, O QUE COSTUMA OCORRER UM OU DOIS DIAS APÓS A OPERAÇÃO. INICIALMENTE, OS EXERCICIOS SÃO SUAVES E PODEM SER TEITOD NA CAMA.
GRADATIVAMENTE, PASSAM A SER MAIS ATIVOS E DEVEM SER INCPORPORADOS À ROTINA DIÁRIA.
APÓS A MASTECTOMIA, O USO DO SUTIÃ COM PRÓTESE É ACONSELHÁVEL. A CIRURGIA PLÁSTICA DE RECONSTRUÇÃO PODE SER REALZIADA IMEDIATAMENTE OU POSTERIORMENTE. SEU MÉDICO AUXILIARÁ VOCÊ NESSA DECISÃO.
A PRÁTICA DE EXERCICIOS FISICOS APÓS A CIRURGIA AJUDA A RESTABELECER OS MOVIMENTOS E A RECUPERAR A FORÇA NO BRAÇO E NO OMBRO. AUXILIA, TANBÉM, NA DIMINUIÇÃO DA DOR E DA RIGIDEZ NAS COSTAS E NO PESCOÇO.
OS EXERCICIOS SÃO CUIDADOSAMENTE PROGRAMADOS E DEVEM SER INICIADOS TÃO LOGO O MÉDICO LHE EPRMITA, O QUE COSTUMA OCORRER UM OU DOIS DIAS APÓS A OPERAÇÃO. INICIALMENTE, OS EXERCICIOS SÃO SUAVES E PODEM SER TEITOD NA CAMA.
GRADATIVAMENTE, PASSAM A SER MAIS ATIVOS E DEVEM SER INCPORPORADOS À ROTINA DIÁRIA.
APÓS A MASTECTOMIA, O USO DO SUTIÃ COM PRÓTESE É ACONSELHÁVEL. A CIRURGIA PLÁSTICA DE RECONSTRUÇÃO PODE SER REALZIADA IMEDIATAMENTE OU POSTERIORMENTE. SEU MÉDICO AUXILIARÁ VOCÊ NESSA DECISÃO.
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